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De 23 a 25 de setembro, dirigentes e representantes dos técnicos industriais de diversos países estiveram reunidos em Brasília para o 1º Seminário Internacional dos Técnicos Industriais.
O evento celebrou o Dia Nacional do Técnico e discutiu o ensino profissionalizante no Brasil e no mundo, em um ciclo de palestras com representantes de instituições brasileiras e internacionais que apresentaram temáticas pertinentes à atuação do técnico industrial na atualidade.
Ética no Serviço Público
O Secretário de Controle Externo do Trabalho e Entidades Paraestatais do TCU, Márcio André Albuquerque, discorreu sobre o Decreto nº 1171/94, referente ao Código de Ética no Serviço Público, e promoveu uma série de reflexões sobre a importância de se empreender uma cultura ética para um sistema de gestão da ética efetivo.
Fiscalização no Conjunto CFT/CRTs
Outra instituição convidada a palestrar foi o Conselho de Arquitetura e Urbanismo, o CAU. A Coordenadora de Fiscalização, Cecília Carrapatoso da Costa, apresentou estratégias de fiscalização utilizados pelo CAU: os cases de sucesso na fiscalização e também as ferramentas que não apresentaram os resultados almejados. A palestrante compartilhou as empreitadas, projetos e principalmente as dificuldades de seu conselho, visando antecipar os potenciais desafios a serem enfrentados pelo CFT, um conselho criado há pouco tempo como o CAU.
Ensino Técnico na América Latina
Miguel Morales, Presidente da OITEC (Organização Internacional dos Técnicos) da Argentina, discursou sobre a importância de se pensar o desenvolvimento técnico e industrial coletivamente e falou diretamente aos dirigentes da América Latina, sobre como a excelência de sua gestão impacta a representatividade da categoria profissional perante a sociedade e a nível global. Morales lembrou ainda que contar com estudantes aptos a operar e planejar em congruência com novas tecnologias é o caminho para o crescimento.
Certificação por competência
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Paula Souza, Almério Melquíades, elencou em sua palestra os desafios da gestão educacional como a certificação por competência, e questões como a evasão no ensino técnico. Melquíades apresentou por meio de números e infográficos um apanhado significativo da educação técnica brasileira e suas questões emergenciais. Para ele, é importante que as escolas técnicas incorporem tecnologia não só no conteúdo lecionado, mas principalmente nos serviços oferecidos.
Catálogo Nacional de Cursos Técnicos
Para elucidar dúvidas sobre o processo de atualização do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, o CFT recebeu a Diretora de Políticas e Regulação de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marilza Machado. A Diretora afirma que o último catálogo, que não passava por alterações há cinco anos, teve sua elaboração bastante pautada nos parâmetros do MEC, e que no novo catálogo serão consideradas com uma maior veemência as demandas de realidade prática dos técnicos industriais. Segundo Mariza, o trabalho de atualização contará com contribuição de diversas instituições interessadas na temática do catálogo, como Ministérios, representantes dos setores produtivos e o CFT.
Formação do Técnico Industrial na Indústria 4.0
Houve ainda palestra sobre a formação dos técnicos no contexto da Indústria 4.0 e da pertinência da avaliação de cursos e também de desempenho dos estudantes de ensino técnico – que para o Gerente Executivo de Educação Profissional e Tecnológica do SENAI/DN, Felipe Morgado, deve ser uma requisição tanto do CFT, quanto do Ministério da Educação. A palestra descreveu o impacto da chamada 4ª Revolução Industrial no mercado de trabalho, que incorpora nanotecnologia, biotecnologia, Big Data, robótica avançada e inteligência artificial – de modo que mão de obra humana e tecnologia corroboram.
O Mercado de trabalho do Técnico Industrial
Wilson Conciani, Reitor do IFB – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília, expôs um panorama do PIB brasileiro dos últimos anos, dentro de recortes como a relação entre renda e escolaridade e o impacto do ensino técnico neste cenário. Conciani traçou um paralelo entre mudanças políticas globais, como o Brexit e relações EUA-China, e o desenvolvimento econômico Brasileiro – e listou, por fim, as principais habilidades que serão exigidas dos técnicos industriais nos próximos anos, de acordo com o Fórum Econômico Mundial, tais quais criatividade e inteligência emocional.
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De 23 a 25 de setembro, dirigentes e representantes dos técnicos industriais de diversos países estiveram reunidos em Brasília para o 1º Seminário Internacional dos Técnicos Industriais.
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Ética no Serviço Público
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Ensino Técnico na América Latina
Miguel Morales, Presidente da OITEC (Organização Internacional dos Técnicos) da Argentina, discursou sobre a importância de se pensar o desenvolvimento técnico e industrial coletivamente e falou diretamente aos dirigentes da América Latina, sobre como a excelência de sua gestão impacta a representatividade da categoria profissional perante a sociedade e a nível global. Morales lembrou ainda que contar com estudantes aptos a operar e planejar em congruência com novas tecnologias é o caminho para o crescimento.
Certificação por competência
O Coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Paula Souza, Almério Melquíades, elencou em sua palestra os desafios da gestão educacional como a certificação por competência, e questões como a evasão no ensino técnico. Melquíades apresentou por meio de números e infográficos um apanhado significativo da educação técnica brasileira e suas questões emergenciais. Para ele, é importante que as escolas técnicas incorporem tecnologia não só no conteúdo lecionado, mas principalmente nos serviços oferecidos.
Catálogo Nacional de Cursos Técnicos
Para elucidar dúvidas sobre o processo de atualização do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, o CFT recebeu a Diretora de Políticas e Regulação de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marilza Machado. A Diretora afirma que o último catálogo, que não passava por alterações há cinco anos, teve sua elaboração bastante pautada nos parâmetros do MEC, e que no novo catálogo serão consideradas com uma maior veemência as demandas de realidade prática dos técnicos industriais. Segundo Mariza, o trabalho de atualização contará com contribuição de diversas instituições interessadas na temática do catálogo, como Ministérios, representantes dos setores produtivos e o CFT.
Formação do Técnico Industrial na Indústria 4.0
Houve ainda palestra sobre a formação dos técnicos no contexto da Indústria 4.0 e da pertinência da avaliação de cursos e também de desempenho dos estudantes de ensino técnico – que para o Gerente Executivo de Educação Profissional e Tecnológica do SENAI/DN, Felipe Morgado, deve ser uma requisição tanto do CFT, quanto do Ministério da Educação. A palestra descreveu o impacto da chamada 4ª Revolução Industrial no mercado de trabalho, que incorpora nanotecnologia, biotecnologia, Big Data, robótica avançada e inteligência artificial – de modo que mão de obra humana e tecnologia corroboram.
O Mercado de trabalho do Técnico Industrial
Wilson Conciani, Reitor do IFB – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília, expôs um panorama do PIB brasileiro dos últimos anos, dentro de recortes como a relação entre renda e escolaridade e o impacto do ensino técnico neste cenário. Conciani traçou um paralelo entre mudanças políticas globais, como o Brexit e relações EUA-China, e o desenvolvimento econômico Brasileiro – e listou, por fim, as principais habilidades que serão exigidas dos técnicos industriais nos próximos anos, de acordo com o Fórum Econômico Mundial, tais quais criatividade e inteligência emocional.
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