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Agosto Lilás: Mês de conscientização pelo fim da violência contra mulher

  • 4 de agosto de 2025

Agosto Lilás alerta para a violência contra a mulher

Diariamente, centenas de mulheres sofrem algum tipo de violência no Brasil. Nesse contexto, o Agosto Lilás traz à tona um tema urgente: a violência contra a mulher em suas mais diversas formas. 

A campanha nacional faz um apelo para que toda a sociedade passe a atuar ativamente no enfrentamento dessa questão e para que nenhuma agressão seja naturalizada.  É importante ressaltar a necessidade da prevenção, da orientação e do acolhimento às vítimas, assim como da punição aos agressores para quebrar esse ciclo destrutivo.

De acordo com o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados 1.492 feminicídios em 2024. Além disso, no espaço de um ano, mais de 21,4 milhões de mulheres sofreram algum tipo de violência. É importante ressaltar que há muitos casos que não são denunciados, fazendo com que, na prática, esses números sejam muito maiores.

Por que o mês de agosto?

Esse período do ano foi escolhido por coincidir com a data em que a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) foi sancionada, no dia 07 de agosto. Considerada referência mundial ao criar mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra as mulheres, a legislação mostra que a violência não é apenas física, mas se estende aos âmbitos moral, sexual, psicológico e patrimonial. 

Principais tipos de violência

Os principais relatos são de ofensas verbais, agressões físicas, ameaças de agressão, stalkings (perseguições), abusos sexuais e divulgações de fotos ou vídeos íntimos sem consentimento. Conforme o Anuário, a maioria dos agressores são atuais parceiros íntimos (40%) ou ex-parceiros (26,8%). Outro dado alarmante mostra que 57% das ocorrências foram realizadas dentro das próprias residências das vítimas.  

Como procurar ajuda?

A campanha Agosto Lilás também chama a atenção para a necessidade de fortalecer a rede de apoio, assim mais mulheres se sentirão seguras para denunciar. Inclusive, na luta pelo direito básico de que toda mulher possa viver sem medo, nenhuma denúncia deve ser ignorada. 

Há várias formas de procurar ajuda, entre elas:

  • Disque 190, Emergência Polícia Militar, para casos em que é necessária a intervenção imediata;
  • Disque 180, Central de Atendimento à Mulher, para casos de violência contra meninas e mulheres;
  • Aplicativo Direitos Humanos Brasil, do Governo Federal, que recebe denúncias online;
  • Mapa do Acolhimento, que conecta a psicólogas e advogadas voluntárias;
  • ONG Justiceiras, que auxilia na realização de boletins de ocorrência digitais ou presenciais, além de oferecer suporte jurídico;
  • Instituto Maria da Penha, que oferece atendimento remoto e especializado. 

Além disso, há os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Delegacias da Mulher, Defensorias Públicas, entre outras instituições.

CRT-04 apoia a Campanha Agosto Lilás

O CRT-04 (Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 4ª Região) reconhece a importância e apoia esta campanha nacional. Estamos unidos com o intuito de promover a conscientização em prol da qualidade de vida e segurança das mulheres, para que seus direitos básicos sejam respeitados. Assim, poderemos juntos construir uma sociedade mais justa, humana e acolhedora. 

 

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A campanha nacional faz um apelo para que toda a sociedade passe a atuar ativamente no enfrentamento dessa questão e para que nenhuma agressão seja naturalizada.  É importante ressaltar a necessidade da prevenção, da orientação e do acolhimento às vítimas, assim como da punição aos agressores para quebrar esse ciclo destrutivo.

De acordo com o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados 1.492 feminicídios em 2024. Além disso, no espaço de um ano, mais de 21,4 milhões de mulheres sofreram algum tipo de violência. É importante ressaltar que há muitos casos que não são denunciados, fazendo com que, na prática, esses números sejam muito maiores.

Por que o mês de agosto?

Esse período do ano foi escolhido por coincidir com a data em que a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) foi sancionada, no dia 07 de agosto. Considerada referência mundial ao criar mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra as mulheres, a legislação mostra que a violência não é apenas física, mas se estende aos âmbitos moral, sexual, psicológico e patrimonial. 

Principais tipos de violência

Os principais relatos são de ofensas verbais, agressões físicas, ameaças de agressão, stalkings (perseguições), abusos sexuais e divulgações de fotos ou vídeos íntimos sem consentimento. Conforme o Anuário, a maioria dos agressores são atuais parceiros íntimos (40%) ou ex-parceiros (26,8%). Outro dado alarmante mostra que 57% das ocorrências foram realizadas dentro das próprias residências das vítimas.  

Como procurar ajuda?

A campanha Agosto Lilás também chama a atenção para a necessidade de fortalecer a rede de apoio, assim mais mulheres se sentirão seguras para denunciar. Inclusive, na luta pelo direito básico de que toda mulher possa viver sem medo, nenhuma denúncia deve ser ignorada. 

Há várias formas de procurar ajuda, entre elas:

  • Disque 190, Emergência Polícia Militar, para casos em que é necessária a intervenção imediata;
  • Disque 180, Central de Atendimento à Mulher, para casos de violência contra meninas e mulheres;
  • Aplicativo Direitos Humanos Brasil, do Governo Federal, que recebe denúncias online;
  • Mapa do Acolhimento, que conecta a psicólogas e advogadas voluntárias;
  • ONG Justiceiras, que auxilia na realização de boletins de ocorrência digitais ou presenciais, além de oferecer suporte jurídico;
  • Instituto Maria da Penha, que oferece atendimento remoto e especializado. 

Além disso, há os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Delegacias da Mulher, Defensorias Públicas, entre outras instituições.

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