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Desde 2008, a ONU (Organização das Nações Unidas) considera o dia 02 de Abril como uma data que mundialmente deve ser dedicada à conscientização em relação ao autismo. Especialmente neste ano de 2023, no Brasil, a campanha terá como lema: “Mais informação, menos preconceito”, visto que a falta de conhecimento sobre o assunto ainda é motivo de muita discriminação em diversos âmbitos da sociedade.
Cada vez mais pessoas são diagnosticadas com autismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que existam mais de 70 milhões de pessoas com autismo no mundo. Dentro delas, cerca de 2 milhões no Brasil.
Segundo o Ministério da Saúde o Transtorno do Espectro Autista (TEA) “é um distúrbio caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento do indivíduo, interferindo na capacidade de comunicação, linguagem, interação social e comportamento”.
Ou seja, o autismo é de origem neurológica. Ele geralmente se manifesta na primeira infância. Nesses casos, o diagnóstico precoce permite um melhor acompanhamento da família e de profissionais da área da saúde e da educação, o que aumenta de maneira significativa o desenvolvimento e a qualidade de vida.
É necessário garantir os direitos fundamentais das pessoas com autismo
Em datas como a de hoje, é importante que a sociedade debata sobre a importância de respeitar e acolher a maneira com que os autistas interagem socialmente, assim como suas formas de aprendizado e comportamentos que estão fora do padrão normativo.
Este é o momento para refletir sobre uma sociedade neurodiversa, que integra e valoriza as diferenças, reconhecendo os autistas como indivíduos com um imenso potencial e diversos talentos. Para alcançarmos uma sociedade mais igualitária, ainda há muito o que ser feito para apoiar, incluir e garantir os direitos inerentes e as liberdades fundamentais das pessoas com autismo.
No Brasil, um dos principais avanços foi a Lei 12.764, de 2012, conhecida como “Lei Berenice Piana”, em homenagem à mãe ativista de um filho com autismo. Segundo a lei, as pessoas com autismo passam a ter os mesmos direitos assegurados às pessoas com deficiência, de maneira que elas e suas famílias podem utilizar todo o serviço oferecido pela Assistência Social no local em que residem, além do direito à educação (inclusive com atendimento especializado garantido pelo Estado).
Por um convívio construtivo e baseado na diversidade
Mesmo com o aumento da divulgação científica, há muita desinformação e a falta de compreensão sobre o tema gera discriminação, trazendo sofrimento para os autistas e seus familiares, assim como privando a sociedade de um convívio construtivo e baseado na diversidade.
O CRT-04 (Conselho Regional dos Técnicos Industriais da 4ª Região), neste dia 02 de Abril, reafirma seu apoio às pessoas com autismo e seus familiares, assim como reitera a importância de políticas públicas, campanhas e ações efetivas que assegurem os direitos inerentes e promovam o respeito à diversidade e a inclusão.
Ao longo da história, muitos autistas trouxeram imensas contribuições para a sociedade em diversas áreas do conhecimento. Por isso, é essencial que a educação seja inclusiva, que o mercado de trabalho ofereça oportunidades e que em todos os ambientes os autistas se sintam plenamente respeitados.
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Desde 2008, a ONU (Organização das Nações Unidas) considera o dia 02 de Abril como uma data que mundialmente deve ser dedicada à conscientização em relação ao autismo. Especialmente neste ano de 2023, no Brasil, a campanha terá como lema: “Mais informação, menos preconceito”, visto que a falta de conhecimento sobre o assunto ainda é motivo de muita discriminação em diversos âmbitos da sociedade.
Cada vez mais pessoas são diagnosticadas com autismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que existam mais de 70 milhões de pessoas com autismo no mundo. Dentro delas, cerca de 2 milhões no Brasil.
Segundo o Ministério da Saúde o Transtorno do Espectro Autista (TEA) “é um distúrbio caracterizado pela alteração das funções do neurodesenvolvimento do indivíduo, interferindo na capacidade de comunicação, linguagem, interação social e comportamento”.
Ou seja, o autismo é de origem neurológica. Ele geralmente se manifesta na primeira infância. Nesses casos, o diagnóstico precoce permite um melhor acompanhamento da família e de profissionais da área da saúde e da educação, o que aumenta de maneira significativa o desenvolvimento e a qualidade de vida.
É necessário garantir os direitos fundamentais das pessoas com autismo
Em datas como a de hoje, é importante que a sociedade debata sobre a importância de respeitar e acolher a maneira com que os autistas interagem socialmente, assim como suas formas de aprendizado e comportamentos que estão fora do padrão normativo.
Este é o momento para refletir sobre uma sociedade neurodiversa, que integra e valoriza as diferenças, reconhecendo os autistas como indivíduos com um imenso potencial e diversos talentos. Para alcançarmos uma sociedade mais igualitária, ainda há muito o que ser feito para apoiar, incluir e garantir os direitos inerentes e as liberdades fundamentais das pessoas com autismo.
No Brasil, um dos principais avanços foi a Lei 12.764, de 2012, conhecida como “Lei Berenice Piana”, em homenagem à mãe ativista de um filho com autismo. Segundo a lei, as pessoas com autismo passam a ter os mesmos direitos assegurados às pessoas com deficiência, de maneira que elas e suas famílias podem utilizar todo o serviço oferecido pela Assistência Social no local em que residem, além do direito à educação (inclusive com atendimento especializado garantido pelo Estado).
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Mesmo com o aumento da divulgação científica, há muita desinformação e a falta de compreensão sobre o tema gera discriminação, trazendo sofrimento para os autistas e seus familiares, assim como privando a sociedade de um convívio construtivo e baseado na diversidade.
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